Cotas Raciais no Brasil - O Correspondente

terça-feira, 31 de julho de 2018

Cotas Raciais no Brasil

Cotas raciais no Brasil

Quando se propagou as cotas raciais no Brasil, aconteceram vários protestos contra, protestos de pessoas que discordavam das cotas raciais e clamavam pela construção e ampliação da UFMG.
Essas pessoas, assim como eu, clamava que não se deveria dividir as vagas em cotas, e sim, construir e aumentar a universidade, coisa que não acontece desde quando eu nem vivo era, pois até hoje não me lembro de ver a UFMG sendo ampliada.

Aumento do imposto e diminuição da universidade

Desde 1998, o imposto só aumenta e a universidade só diminui, diminui devido ao aumento da população, enquanto o Estado se enriquece cada vez mais com o aumento do imposto. Logo, a solução ridícula que o governo de Dilma Rousself fez, foi dividir as cotas levando em consideração a cor de pele.

Um racismo injetado

A ideia das cotas não é ajudar pessoas que tem a pele negra, a ideia das cotas, é exclusivamente para que o mesmo governo e as mídias acusem os não cotistas de racistas. As pessoas gritam por mais universidades e a mídia ouve e repercute: "Pessoas gritam contra os negros cotistas".
Isso é uma estratégia de guerrilha para tentar dividir as pessoas, para tentar criar as famosas classes de Karl Marx, se o governo realmente deseja-se melhorar algo nas universidades, ele começaria a incentivar pesquisas cientificas na mesma, coisa que hoje em 2018, só acontece para aumentar a verba do "professor".

Um loiro e um negro pobre

Quando novo, não existia isso de homofóbico ou tentar impor o comportamento 'certo' para o outro, existia uma amizade real. Eu tive como grandes amigos duas pessoas, um loiro dos olhos verdes e outro negro e bem alto. Ambos moravam em casas muito simples, mas ambos eram amigos fortes.
Hoje fico pensando na razão de um deles ter um pouco mais de chance de entrar em uma universidade, enquanto o outro que vivia na mesma situação, só por ser loiro não pode ingressar com a mesma chance. O que deveria valer era o mérito do esforço.

A solução das cotas

A solução para isso é bem simples, as pessoas que são a favor, não devem fazer tentativas de ingresso nas universidades federais, e as pessoas que são contra, disputarão as vagas com as outras. Dar a liberdade de escolha é o melhor caminho, o problema é que os acusadores querem ter sua opinião respeitada e destruir qualquer opinião contrária, mesmo que seja apenas para o dono dela.
Hoje em minha discussão falava com uma pessoa que não vive tão bem, mas que passou na UFMG antes do ENEM existir, dai perguntei a mesma: "Então por que você ao invés de fazer uma universidade federal, não fez uma particular dando a sua vaga para quem você diz que precisa?": A resposta todos já sabem, é o silêncio hipócrita de quem não tem o que responder. Conversando mais com a pessoa, a perguntei se ela já tinha tido algum amigo que infelizmente mora-se em alguma favela, a mesma também não tinha, sua fonte de informações eram números ao invés de pessoas reais.

Impositores das cotas

Os maiores impositores das cotas costumam chamar as pessoas de racistas, homofóbicas, ditadoras, apenas por não concordarem com algum conceito diferente dos delas. Essas pessoas gostam de difamar ideias contrárias, mas não enxergam que estão sendo exatamente o que acusam as outras. Hoje eu respondi para a pessoa: "Bom, a solução seria então a liberdade de escolha, aqueles que acham que o Estado deve dar tudo, irão trabalhar e dar tudo ao Estado e assim desfrutar o que o Estado der, e aquelas que não concordam, pagarão o imposto mínimo sem desfrutar de todas regalias que elas decidiram não pagar, assim é como um plano, você usa pelo o que você pagar, pois, de qualquer maneira, você não paga para o Estado? E aquelas que serem a favor das cotas raciais, deveram fazer apenas faculdades particulares, e as que não forem, simplesmente tentam a pública, assim, eu não preciso viver o que você me impõe e nem você precisa viver da maneira que eu quero, pois ambos poderão viver livremente". Bonito isso, né? Só que não por muito tempo, como todo esquerdista, a pessoa ficou irada e disse não concordar, logo retruquei: "Então por que eu devo aceitar o seu querer se você nem tem a capacidade de ouvir o meu?", logo me chamou de ditador por eu estar falando minha ideia. Horas, respondi quem é ditador é você, que quer impor algo, não quer ouvir conceito diferente e na mínima possibilidade me chama de um jargão desses, agora, imagine se fosse eu falando o contrário?"

Bom, a solução seria então a liberdade de escolha, aqueles que acham que o Estado deve dar tudo, irão trabalhar e dar tudo ao Estado e assim desfrutar o que o Estado der, e aquelas que não concordam, pagarão o imposto mínimo sem desfrutar de todas regalias que elas decidiram não pagar, assim é como um plano, você usa pelo o que você pagar, pois de qualquer maneira você não paga para o Estado? E aquelas que serem a favor das cotas raciais, deveram fazer apenas faculdades particulares, e as que não forem, simplesmente tentam a pública, assim, eu não preciso viver o que você me impõe e nem você precisa viver da maneira que eu quero, pois ambos poderão viver livremente"

 Por que não vai para Cuba?

Sim, a pessoa mandou eu ir para Cuba, é mole? É uma tentativa louca de jogar os próprios princípios contra o outro. Respondi que quem deveria ir para Cuba era ele(a), pois, ele(a) que não pregava o socialismo? Não era ele(a) que comprava acessórios socialistas? Não era ele(a) que era contra o consumo e a favor da igualdade suprema? Então era ele(a) que deveria ir, e não eu. Mas parece que a  cabeça de todo esquerdista é assim, aquele que é contra o inferno que merece viver nele enquanto quem louva o inferno deve morar no céu, talvez seja por isso que Fidel e outros socialistas fazem tudo contrário do que pregam.