Rede social ou uma editoria de esquerda
As redes sociais, principalmente o Facebook tem cada vez mais censurado perfis conservadores, páginas de direita e até liberais, como a do Movimento Brasil Livre (MBL) na semana passada, que foi denunciado pelo jornalista Gilberto Dimenstein, curioso, não? O mesmo cara que criou e coordena o Catraca Livre, o site “lacrador”. Ou seja, “tem caroço nesse angu“.
A prova disso também é a dificuldade que estou para abrir uma conta novamente no Facebook, por eu ser de direita, já analisaram o meu perfil várias vezes, mas sempre aparece a seguinte mensagem:
“Foto carregada. Muito obrigado, Matheus. Enviaremos uma atualização assim que tivermos analisado a sua foto. Estamos sempre zelando pela sua segurança; por esse motivo, até lá, você não poderá usar o Facebook”.
O incrível é a cara de pau de quem o administra, enviando uma mensagem dessa. Posso estar enganado, mas não tenho dúvidas que estão limitando o número de pessoas com perfis de direita, visto que é ano de eleição, o povo tem cada vez mais usado o Facebook e outras redes, para apoiarem o Bolsonaro, uma ameaça para a agenda de esquerda, que estão presentes em escritórios das sedes do Google, Facebook, Twitter, etc.
Vale lembrar que a censura que estamos vivendo faz parte de um projeto totalitário mundial, mas acelerou-se nos Estados Unidos, com a vitória do presidente Donald Trump, uma ameaça para a agenda “progressista” do Vale do Silício.
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